Paraciclismo
A UCI administra oficialmente o paraciclismo desde 7 de fevereiro de 2007. Nessa data, um acordo transferiu a governança da modalidade do Comitê Paralímpico Internacional para a União Ciclística Internacional.
Desde então, a modalidade passou a reunir provas de estrada e de pista sob a gestão da UCI. Além disso, organiza atletas em categorias funcionais, de acordo com sua capacidade funcional. Atualmente, os principais eventos do paraciclismo incluem o Campeonato Mundial, disputado desde 1994, os Jogos Paralímpicos e a Copa do Mundo de Estrada, realizada desde 2010.
Provas de estrada
Na estrada, o paraciclismo inclui a prova de estrada, o contrarrelógio individual e o revezamento por equipes de handbike no formato misto H1–5. Dessa forma, a modalidade contempla disputas individuais e coletivas, no masculino, no feminino e em formações mistas.
Provas de pista
Já na pista, o programa inclui velocidade em tandem, velocidade por equipes em tandem, velocidade, velocidade por equipes, contrarrelógio de 1 km, perseguição individual, scratch e eliminação. Além disso, essas provas abrangem diferentes classes, formatos masculinos, femininos e disputas mistas.
Categorias funcionais
A UCI estabelece categorias funcionais para atletas de todas as idades. Essas categorias abrangem competições masculinas e femininas. Assim, cada ciclista compete na categoria correspondente à sua capacidade funcional. Com isso, a modalidade busca organizar disputas mais equilibradas e adequadas às características dos atletas.
Classes esportivas
Por sua vez, as competições se organizam em quatro grupos, chamados de classes esportivas:
* B = tandem para atletas com deficiência visual;
* C = bicicletas convencionais, divididas em cinco classes conforme o tipo de deficiência;
* H = handbikes, divididas em cinco classes conforme o tipo de deficiência;
* T = triciclos, divididos em duas classes conforme o tipo de deficiência.
Classificação dos atletas
Por fim, classificadores internacionais avaliam os atletas e definem a categoria adequada. Para isso, analisam a capacidade funcional de cada competidor. Dessa forma, a classificação orienta a participação dos ciclistas nas provas e contribui para a organização técnica da modalidade.
Fonte: uci.org